Pois é pessoal, na falta de drogas tente alguns desses:
Pode ser a cópia turca do SUPERMAN. Nota: Sei que a versão indiana é mais delirante ainda, graças aos seus números musicais, mas posso afirmar que esse aqui não decepciona, você dará tantas risadas como se tivesse fumando um!
Ou então tente algum da tartaruga gigante e flamejante (!?!?) GAMERA. Não precisa ser exatamente esse que eu indico ai em baixo (que por sinal se encontra disponível no nosso mercado! Claro que com uma qualidade igual a lixo!), pois qualquer um desse incrível réptil vai lhe parecer alucinante!
Acabei de ver esse filme e confesso que fiquei um tanto zonzo! Estava muito ansioso para assisti-lo, pois gosto muito do primeiro. Mas esse aqui tem dois problemas graves: a edição e a fotografia clipeira. Não que o anterior não tivesse, claro que tem (assim como 99 por cento dos filmes de ação atual), e eu até confesso que me habituei com isso. Só que aqui eles exageraram na dose: é uma infinidade de cortes rápidos e câmera tremendo que, sinceramente, me deixou desnorteado (e com imensa saudade daquelas cenas de ação que não se fazem mais, com takes longos e muita ação física por parte dos atores, algo por exemplo, a perseguição em OPERAÇÃO FRANÇA... Bom, esqueçam...). É justamente essas duas falhas citadas acima que, ao meu ver, acaba emperrando um pouco filme... Chega a dar impressão que estou assistindo um enorme videoclipe de uma hora e meia, o que torna tudo um pouco cansativo lá pelas tantas... Bom, chega de resmungos!
O durão JASON STATHAM retorna no papel do matador de aluguel, literalmente duro na casa, Chev Chelios. Após sobreviver à todos os infortúnios do filme anterior (e que aqui é até recriada a última cena em forma de gráfico daqueles antigos games vagabundos!) o cara acaba sendo sequestrado pela tríade chinesa. Como o cara mostra que tem mais vidas que o Jason, os mafiosos orientais simplesmente transplantam o coração do anti-herói, colocam em Chelios um coração artificial movido a bateria e passam o seu para um velho figurão da máfia (participação do falecido DAVID CARRADINE, aqui maquiado e impagável). Se no primeiro ele estava buscando o antídoto para um veneno letal, e que tinha que estar sempre com a adrenalina em alta. Aqui ele tem que recuperar seu coração! O problema é a bateria do seu órgão artificial, que vira e mexe está sempre acabando, o que faz com que Chev tenha que sempre recarraga-lá, ou seja, o cara tem que estar levando choque toda hora!
A dupla de diretores/roteristas NEDELVINE & TAYLOR (também reponséveis pelo primeiro) não se contentaram em repetir a fórmula do primeiro (que era basicamente: ritmo acelerado, piadas sexistas e todo o tipo de incorreção política), eles simplesmente pegaram os mesmos elementos e elevaram ao cubo! Traduzindo aqui é tudo over, muito mais exagerado, em relação ao anterior: ritmo mais acelerado, piadas mais chulas e tudo que você imaginar de politicamente incorreto! Até a cena em que transa com sua namorada (a loira gostosa AMY SMART) no meio da rua no outro, tem seu equivalente aqui, só que no meio de um hipódromo lotado! (acho que BUKOWSKI gostaria disso...), numa sequencia mais longa que o original e mais ousada (eles utilizam até censura ótica nas genitais dos personagens, mas não se privam de dar um close no pênis de um cavalo!). Há também muito mais violência aqui (tem uma cena ótima em que uma prostituta com os mamilos de fora leva dois balaço no peito e começa a vazar o silicone e muchar os seios!). Esse mesmo tom de exagero que acaba afetando a montagem e a fotografia como afirmei no começo do texto. Muitas cenas de ação e correria ficaram avacalhadas, assim como muitas cenas de mulher pelada são prejudicadas pelos cortes rápidos (malditos!).
Claro que a trama em si não se deve levar a sério, ou alguém ai pode me convencer de que membros da tríade chinesa se dariam ao trabalho de colocar o coração artificial no lugar do antigo, enquanto é mais fácil largar o corpo numa sarjeta qualquer? Ok, no final há uma explicação para isso, embora completamente absurda, como o resto do filme. Apesar de retardado, ou por causa disso, o roteiro tem uns achados legais: como a já citada namorada interpretada por AMY, que no primeiro era um tanto carola, aqui depois de meses de sumiço de Chev (que estava dado como morto) ganha a vida como dançarina de cabaret! Ou a cena da greve de atores pornôs (!!!) com direito de pontas de gente como RON JEREMY, PETER NORTH e JENNA HAZE!!! Outra sacada bacana é a participação de alguns personagens do filme anterior que aqui reaparecem apenas para uma cena cômica (como a do enfermeiro do primeiro, que aqui aparece fazendo análise com uma terapeuta ninfomaníaca). E até uma ponta do LLOYD KAUFMAN!!! Em contrapartida devo confessar que as personagens da puta oriental (LING BAI) e do gay latino Venus (EFREN RAMIREZ), não funcionam, chegando a serem irritantes em alguns momentos.
No final das contas ADRENALINA 2 não chega a ser o filmão que eu esperava. Mas, ora bolas, em tempos tão careta é sempre saúdavel dar de cara com produções como essa, que não tem medo de ser politicamente incorreta e nem do mau gosto, abusando de situações chulas e divertidas. E dificilmente você vai encontrar um filme no cinema atual com tantos elementos explotaitons, sim esse é o termo certo! Não falta cenas de tripas, operação de remoção de coração, cotovelo arrancado por golpe de facão, choque no saco, garotas seminuas com metralhadoras, entre outras coisas. Por tudo isso essa obra ganha pontos comigo, sem falar da eficiente trilha sonora (composta por ninguem menos que MIKE PATTON!!!). Mas se a edição e a fotografia fossem melhor elaboradas... Com certeze teríamos um clássico!
Damn Cool Pics. como o próprio nome em inglês indica é um blog gringo com um monte de fotos, digamos assim, peculiares! Abaixo selecionei algumas imagens retiradas de uma seção apenas com retratos de moças que, digamos assim, acabaram "caindo" depois de uns drinks... O endereço da página, para aqueles que quiserem ver todo o portfólio da bebedeira (!!!), é: http://damncoolpics.blogspot.com/2009/10/passed-out-girls.html.
Abaixo uma pequena amostra da degradação humana... Divirtam-se!
Contrariando as expectativas mais pessimistas não houve treta alguma na apresentação da banda THE EXPLOITED ontem, apesar de que o Manara Bar (lugar que eu definitivamente não gosto) estava apinhado de Punks e Skinheads, o que convenhamos, é um barril de pólvora! Praticamente perdi a primeira banda de abertura, REAL SOCIEDADE, quando entrei eles estavam tocando seu último som. Durante o intervalo entre as bandas fiquei escorado na copa, entre umas cervejas e doses de absinto, trocando umas idéias com os camaradas, inclusive alguns que não via fazia uma longa data (muuuita gente das antigas! Só mesmo essas bandas clássicas para alguns saírem da toca). Depois veio a segunda banda, a UNIDOS PELO ÓDIO, a banda mais velha em atividade do Punk/Hardcore aqui no RS. Os caras tocaram um set mais curto do que estão habituados a fazer. Mesmo assim foi uma apresentação energética, os caras tocaram com garra e vontade, não é para menos, afinal a UNIDOS desde seu começo (e lá se vão uns 20 anos) até hoje sempre tiveram como influência principal o EXPLOITED, o que fez de ontem uma noite histórica pros caras... Bom, logo mais um intervalo (mais cervejas e absintos) e entra em cena a lenda escocesa THE EXPLOITED! Bem, o que posso comentar? Ao contrário da apresentação em SP, em que eles foram vaiados por parte do público, aqui eles tiveram uma recepção calorosa (daí me vem à cabeça aquela velha questão: o que leva um mané a gastar dinheiro com ingresso, se deslocar de casa, só pra vaiar uma banda que não gosta?). Polêmicas à parte, como afirmei anteriormente, os caras já subiram no palco com a platéia na mão, daí a coisa fica fácil, ainda mais com um set list priveligiando mais os clássicos do que músicas novas. Eles começaram detonando com a antológica "Let's Start a War..." depois foi foi só arregaço: não faltou "The Massacre", "Punk's Not Dead", "Alternative", "Cop Cars" (essa aí me pegou de surpresa, não espera ver eles tocando esse petardo!), "Army Life", etc. Com a galera agitando de forma animal, transformando a frente do palco num caldeirão do inferno! E volto a frisar: todos empolgados e sem tretas (pelo menos não vi nada). Enfim uma grande apresentação que contagiou a todos os presentes (com exceção, eu acho, dos seguranças, hehehe). No final fomos todos embora, suados e satisfeitos...
E para sentirem um gostinho, eis a uma gravação que um cara colocou no youtube do show de ontem, uma pequena palhinha com uma qualidade sofrível, mas que se dane ! Punk as fuck!!!
É hoje, pela primeira vez em Porto Alegre, teremos a presença dos escoceses do THE EXPLOITED, uma das bandas mais polêmicas da história do Punk Rock. Notórios pelas tretas em seus shows, a expectativa é que a apresentação atraia um bando de seres selvagens! Potencialmente o show mais perigoso do ano, e claro que não vou perder essa! Depois conto como foi...
Pode-se afirmar que esse clássico thriller de aventura e suspense só existe por causa de uma outra produção! Explico: no começo dos anos 30 o excêntrico produtor, diretor, cinegrafista, roterista e aventureiro nas horas vagas (ufa!) MERIAN C. COOPER numa viagem a África teve uma idéia que julgava genial: a história de um gorila gigantesco que vivia numa ilha repleta de seres pré-históricos e que seria levado até a civilização aonde ele escaparia de seus algozes e causaria o maior estrago. Claro que estou me referindo ao megaclássico KING KONG de 1933, que seria dirigido por MERIAN e seu amigo e parceiro de várias empreitadas ERNEST BEAUMONT SHOEDSACK (ambos já tinham realizados alguns filmes juntos, incluindo elogiados documentários no cinema mudo). COOPER estava realmente obcecado em levar adiante o projeto que julgava grandioso e original (OK, não tão original assim, já que a trama lembrava "demasiadamente" o conto "The Lost World" de ARTHUR CONAN DOYLE, tanto que a produtora RKO teve que comprar os direitos da história para não sofrer processo por plágio!). Pois bem, para levar adiante seu intento o faz-tudo maluco tentava convencer o produtor-executivo DAVID SELZNICK (na época um dos grandões de Hollywood e que trabalhava então na RKO) de que tinha que liberar a verba. Entre as negociações e o começo efetivo das filmagens de KONG, a dupla COOPER & SCHOEDSACK, sobre o olhar severo de SELZNICK, acabariam por produzir um outro filme, com um orçamento menor, como que se fosse um treino para a almejada superprodução. A direção ficaria a cargo de SCHOEDSACK e de IRVING PICHEL. Assim nascia o antológico THE MOST DANGEROUS GAME.
A trama é simples e diabólica, sendo o pai dos filmes sobre caçadas humanas, um subgênero também conhecido como manhunter. O renomado caçador e playboy Bob Rainsford (o então novato JOEL McCREA) esta viajando num iate com seus amigos quando sofre um naufrágio e acaba sendo o único sobrevivente parando na praia de uma ilha. Andando pela selva encontra uma espécie de castelo aonde habita o sinistro conde Zaroff (o careteiro LESLIE BANKS), nobre russo que acabou se refugiando na ilha escapando da revolução comunista. Na moradia, além de Zaroff, Bob conhece, entre outros serviçais, o capataz do anfitrião: o sisudo Ivan, o cossaco (NOBLE JOHNSON), uma porrada de cães ferozes, e um casal de irmãos, naúfragos como ele, a bela Eve Trowbridge (FAY WRAY) e seu mano, o bebum chato Martin Trowbridge (ROBERT ARMSTRONG). O interessante é que o próprio conde é um caçador nato, tendo inclusive o lado esquerdo do rosto paralisado devido a um acidente de caçada com um búfalo (na verdade o ator LESLIE BANKS tinha esse lado da face paralisada graças a um ferimento que teve durante a primeira guerra mundial aonde combateu), de cara ele reconhece seu novo hóspede e o convida para uma caçada diferente: "o jogo mais perigoso" como define o próprio russo. Uma caçada noturna cheio de mistérios. Zaroff não entrega de cara seus objetivos ao nosso herói com a intenção de reservar uma surpresa, entretanto Eve que pressente que algo não cheira bem por ali (principalmente por que dois marinheiros que tinham sobrevivido junto com ela e seu irmão tinham desaparecidos durante essas caçadas) tenta avisar Bob dos perigos do lugar. Mas não demora muito para ambos descobrirem as reais intenções do russo. Quando descobrem a famigerada sala de troféis do conde: uma coleção de cabeças decapitadas! E pior, o conde tinha acabado de caçar o irmão de Eve! Então Zaroff convida Bob para ser seu parceiro de caça. Horrorizado nosso herói recusa a oferta, o nobre ofendido então faz de seu hóspede o novo alvo de sua caçada. Tendo como regra a seguinte proposta: ele solta Bob e Eve selva a fora e lhes dá o prazo até a meia-noite do dia seguinte para se esconderem, a partir dai ele os caçará implacavelmente, tendo o prazo de até o amanhecer para fugir do russo ("eu jamais perdi esse jogo" alerta Zaroff), tendo como acréscimo Eve como prêmio ("a fêmea para o vençedor").
Inspirado no conto homônimo de RICHARD CORNNEL (que alguns critícos consideram um dos melhores contos de todos os tempos e que eu sinceramente não tive o prazer de ler, mas me lembro que saiu uma adaptação em quadrinhos no TALES FROM THE CRYPT, inclusive lançado no Brasil nas coletâneas da CRIPTA DO TERROR, pela editora RECORD, e pior: esse ai eu tinha em casa, mas faz anos que perdi... bosta!). Como me referi lá no início THE MOST DANGEROUS GAME foi o precursor de uma linhagem de filmes sobre caçadas humanas incluindo obras como O ALVO (Hard Target, 1993) de JOHN WOO (aquele com o VAN DAMME) e SURVIVING THE GAME (1994) de ERNEST R. DICKERSON (aquele com o ICE T e o RUTGER HAUER), além de outro punhado de filmes menos cotados. Também teria inspirado o personagem KRAVEN, o caçador, um dos muitos inimigos do HOMEM-ARANHA. E, claro, supostamente influenciado o famoso serial killer conhecido como ZODÍACO!
Um dos pontos fortes do filme, e que o ajudou a não envelhecer, é sem dúvida o roteiro escrito por JAMES ASHMORE CREELMAN, que alcança aqui um saúdavel e fascinante paradoxo: a trama ao mesmo tempo que é simples e sem maiores enrolações (divide-se basicamente em duas partes: a primeira metade se ocupa com a apresentação dos personagens e a situação em que se encomtram e a segunda é a caçada própriamente dita) é também rica em nuances psicológicos: primeiro do caçador que repentinamente se vê como presa (situação que surge meio como uma espécie de previsão no começo do filme quando, ainda no navio, Bob é questionado por um de seus amigos como ele se sentiria na pele dos tigres que caça) e a segunda é a questão sexual: assim como em KING KONG o fator erótico aqui é bastante forte, principalmente na figura do demente conde, um desequilibrado que, como já tinha notado o critíco LUIZ NAZARIO, é claramente impotente e com claros traços de homossexualismo. E colocar a fêmea (como ele se refere a Eve) como troféu da caçada, coloca os personagens num nível de fetichismo e primitivismo animalesco. Filmado todo em estúdio reaproveitando os cenários selvagens da produção A AVE DO PARAÍSO (Bird of Paradise, 1932) de KING VIDOR (que também seria reaproveitado em KING KONG) tem seu ponto alto na caçada, valorizada pela câmera inquieta (num P&B cheio de clima) de HENRY GERRARD e a música de MAX STEINER (que faria a trilha para o gorilão).
No elenco temos algumas curiosidades: álem de boa parte depois aparecer em KING KONG, que definitivamente alçou a bela FAY WRAY para a constelação de ícones da sétima arte (e aqui parece ensaiar a gritaria que o tornaria famosa em KK...), temos JOEL McCREA ainda bastante jovem, e assim como os cenários, também tinha participado de BIRD OF PARADISE de VIDOR (era o galã ao lado da estrela mexicana DOLORES DEL RIO), o interessante é que depois de THE MOST... McCREA estava interessado no papel de galã em KING KONG, mas seu empresário cresceu o olho e acabou pedindo um cachê maior do que ele estava acostumado a ganhar. Resultado: perdeu o papel para BRUCE CABBOT. Outra coisa curiosa é o personagem de ROBERT ARMSTRONG (que também participaria de KING...), o do irmão de Eve, que aparece em todas as cenas invariavelmente bêbado. MERIAN COOPER era um inimigo ferrenho do álcool, e embora ainda estivesse em vigor nos States a famigerada lei seca (que durou o período de 1920 até Dezembro de 1933 e fez a fortuna de gente como AL CAPONE) aqui é colocado como um elemento maléfico (que coisa chata isso!), apesar disso, o teor moralista aqui não diminui o brilho do filme. Temos ainda a presença não creditada de BUSTER CRABBE, que aqui aparece como um dos marinheiros do navio, ele praticamente entra quieto e sai calado. O cara seria depois um dos reis dos seriados Bs do cinema fazendo no ano seguinte a série TARZAN, THE FEARLEES sobre a direção de ROBERT F. HILL, seriado de 12 episódios com total de 200 minutos (o curioso é que foi lançado aqui em dvd pela Works DVD uma versão reduzida para 86 minutos (!!!) chamado TARZAN, O DESTEMIDO, e o pior é que eu tenho esse DVD aqui em casa!), depois faria outros personagens como Billy The Kid, Buck Rogers, mas CRABBE ficaria imortalizado mesmo como o FLASH GORDON. E o mais surpreendente de todos: a presença de NOBLE JOHNSON, ator de extensa filmografia e amigo de infância de LON CHANEY, no papel do cossaco Ivan, é que ele na verdade era negro e aqui está com a cara pintada de branco (e eu que na minha ingênuidade e desinformação pensava que só branquelos como o judeu AL JOLSON no primeiro filme falado da história O CANTOR DE JAZZ (The Jazz Singer, 1927) pintava a cara para parecerem negros!), bem quiser conferir o rosto de NOBLE innatura ele está em KING KONG, no papel do chefe da tribo.
A única coisa a se lamentar é o fato do filme quando lançado tinha 78 minutos. Criou tanta polêmica em sua estréia que os produtores se viram obrigados a fazer cortes (principalmente na cena da "sala de troféus") reduzindo aos 68 minutos que conhecemos hoje, ou seja, são quinze minutos de corte! Espero vê-lo devidamente restaurado algum dia...
De qualquer forma o que temos é uma obra ágil, instigante e inspiradora, que sobreviveu ao tempo. Num resultado muito superior a de produções feita no estilo "rápido & rasteiro", como aparentemente foi concebido, aliás muito melhor que muita produção feito com a pretensão do esmero! Um autêntico thriller psicológico que merece ser visto e revisto.
Já perdi as contas de quantas vezes assisti essa pérola do youtube! E o pior: não me canso de revê-lo!! Com vocês o grupo britânico UKELELE ORCHESTRA OF GB, fazendo uma versão arrebatadora e bem-humorada de uma das maiores trilhas da história do cinema!!!! Divirtam-se!
Vejam que interessante... um site apenas com fotos de tatuagens feias!!! O endereço: http://ugliesttattoos.com/. Aqui você encontra centenas de imagens de tatoos toscas, bizarras, insanas, medonhas, escatológicas, surreais e algumas realmente muito engraçadas... enfim uma galeria de pura doideira!!!! Entre e confira até que ponto pode chegar a criatividade e o grotesco...
Abaixo coloquei algumas apenas para se ter uma idéia:
Recebi nessa semana que passou o DR. GORI ZINE. Fazia um tempão que não botava a mão num fanzine impresso que me deu até um ataque de nostalgia, me lembrando dos meus tempos de fanzineiro! É basicamente um zine sobre acena musical underground, privilegiando a cena local, ou seja Goiás e Distrito Federal. Sua tiragem é anual, mas parece que o editor, o dr. Gori a.k.a. GIULIANO CABRAL, vai mudar isso... O que eu recebi é o número 7 . Aqui você encontra uma matéria sobre a banda goianense MOTHERFISH, entrevistas com MACAKONGS 2099 e DESASTRE (foi ai que eu percebi o quanto to velho e desasatualizado, já que a banda tá no seu terceiro CD, eu tenho apenas o seu primeiro 7" (isto mesmo, em vinil!) o "Mundo Velho"). Há também colunas interessantes sobre assuntos diversos, noticias do mundo do rock e várias resenhas de lançamentos de CD, a maioria sobre Punk/Hardcore.
Está interessado?
Então entre em contato com ocara, que ele é gente fina!